preciso que estejas aqui para me amparar a queda, para eu poder libertar-me desta prisão profunda que me assola esta alma. O meu espírito divaga e vagueia por aí, mas o meu corpo esse sim está preso ao chão, como uma âncora enterrada nos confins do oceano. A voz não sai, e o grito de dor cá dentro agiganta-se amedrontando todas as esperanças que ainda me restam, mas sozinho sinto que não estou a conseguir libertar-me para conseguir voar mais alto, chegar ao meu "habitat", na companhia daquilo que me faz feliz e tranquilo.

Não faço ideia onde estás nem quem és, mas sei apenas que preciso de ti.
André Prado
Sem comentários:
Enviar um comentário