Vou seguindo, caminhando, lá escrevo mais umas palavras, umas linhas, e mais algumas coisas são ditas. Outras vou deixando por fazer.
Ah!..., como me arrependo de não dizer tanta vez aquilo que penso, falar o que me vai na alma, passar as acções dos meus sentimentos. O que o coração fala, os músculos não respondem, e as atitudes permanecem no mesmo sítio. Estou intacto, e assim permaneço. Limito-me apenas a sentir o frio da brisa, e a força das rajadas que se fazem sentir lá fora. O gelo congela-me a voz, mas a raiva, indignação aquece-me o pensamento.
Sei que um dia, mais tarde ou mais cedo, tudo esvair-se-á em gritos de dor, de revolta, mas mesmo assim tento buscar o prazer das minhas palavras, palavras essas que me consolam.
André Prado

Mais um fim de semana e espero que este me dê alguma liberdade e tempo para escrever.
ResponderEliminarObrigada pela resposta ao comentario que fiz, da ultima vez.
A verdade é que o meu talento não é tao inato como o teu, eu apenas sinto e escrevo num papel qualquer o que me vai de mais profundo na alma. Mas assim é que se vai vivendo e relativamente ao texto acima publicado, acho que devias falar e dizer tudo o que pensas, sentes ce nao deixar o corpo preso ao chão.
Um beijinho, boa escrita e até uma proxima.
P.S. - A tua nova foto de perfil está original e pelo que vi, apesar de estares de costas, parece que o preto te fica bem :)
Um dos meu preferidos! Tu em textos de poucas palavras, consegues dizer tudo mesmo :) isso é super bom
ResponderEliminarbeijinhos
Que simpatia Mm. Obrigado, é um dos meus objectivos, é ser claro, concreto e conciso (menos quando é para divagar). Quanto às poucas palavras, é porque estamos em tempo de crise então temos de fazer alguma contenção (também tenho algum sentido de humor...)
ResponderEliminarBeijinhos