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27/10/2011


É mais um dia que passa, e é um autêntico suplício querer chegar ao pé de ti e dizer tudo aquilo que penso, tudo aquilo que sinto e por tudo aquilo que me corre nas veias, desde que acordo até que me deito. As forças parecem esgotar-se quando me cruzo contigo. Não sei se é do teu olhar, da tua presença, das diferenças que possam nos separar/distanciar, mas só sei que perco a coragem embora o sentimento esteja bem presente e só vai crescendo de dia para dia. Nunca cheguei até a este ponto hoje, mas há qualquer coisa em ti que me prende e até hoje não consegui descobrir o quê, nem o porquê. Apenas sinto, e fico preso (por muito que os minutos passem num ápice, que as horas se esvaiam, e que os dias evaporem) a este sentimento, e do qual não me quero desprender pois a tua presença para mim é tudo.




André Prado

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